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A reabsorção alveolar dos maxilares após a perda dos elementos dentários está relacionada a transtornos funcionais e estéticos, e a dificuldades na reabilitação oral, principalmente quando associado a condições que pioram tal situação, como na síndrome da combinação. Existem várias formas de técnicas e propostas de tratamento para os maxilares atróficos, como enxertos ósseos, uso de materiais aloplásticos e implantes em posições variadas em estruturas anexas, como os implantes zigomáticos. O presente artigo tem o objetivo de relatar um caso de reabilitação de maxila atrófica, em um paciente com sinais da síndrome da combinação, em que foi utilizado implante zigomático bilateralmente, juntamente com 04 implantes na região anterior de maxila sem a utilização de enxerto ósseo.

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Alveolar reconstruction of vertical bone defects remains a daunting challenge in implant dentistry. Among the various techniques used to correct such defects is distraction osteogenesis (DO), which has been described as a technique used to gain bone and soft tissues, especially in surgeries for reconstruction of mandibular and maxillary alveolar ridges to allow the placement of dental implants in a favorable position and with greater success predictability when subjected to functional loads. Objective: The purpose of this study was to evaluate the effectiveness of DO in two patients treated with the technique of alveolar distraction osteogenesis. Case report: The clinical cases were evaluated for bone gain through clinical and radiographic examination, pre- and post-distraction. Results: At the end of treatment, both cases had gained sufficient bone as to enable subsequent rehabilitation with implants. Conclusions: The success rate reported in the literature and in the cases presented here prove the efficiency of the technique and its clinical feasibility.

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A hipertrofia massetérica é uma alteração caracterizada pelo aumento de volume unilateral ou bilateral do músculo masseter, de etiologia indeterminada e curso benigno, caracterizada por aumento de volume uni ou bilateral do músculo masseter. Pode ocasionar limitação de abertura bucal, com tensão muscular na região hipertrofiada, apresentando-se em grande parte assintomática. O diagnóstico é realizado através de exames clínico e de imagem. Destacam-se como tratamento cirúrgico, intervenções que são realizadas apenas na musculatura comprometida, na estrutura óssea do ângulo mandibular ou associação de ambos os procedimentos, sendo que o acesso pode ser intra ou extrabucal. Entretanto, após a correção da hipertrofia, não é incomum o paciente ainda exibir aspecto braquicefálico, que pode ser corrigido por meio do aumento vertical do mento. Este trabalho tem como objetivo relatar dois casos de hipertrofia de masseter bilateral tratados por acesso intra-oral com a técnica de ostectomia modificada, associada à miotomia do masséter e aumento vertical do mento.

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Obter informações acerca desses hábitos. Material e métodos: Aplicou-se um questionário estruturado para 1035 adolescentes de escolas públicas e privadas no município de Salvador-Bahia. Os dados foram consolidados no SPSS, versão 7.5. Resultados: Segundo os resultados, as razões pelas quais eles escovam os dentes são: prevenção de cárie (54,8%) ou outras doenças (14,7%), higiene (43,9%), hálito bom (33,2%), estética (19,7%) e convívio social (3,3%). A maioria (98,5%), escova os dentes todos os dias, e destes, 67,4% escova três ou mais vezes ao dia. Quanto ao uso do fio dental, 33,8% não o utilizam e dos 66,2% que relataram usá-lo, 51,5% o fazem de vez em quando. Relativo à dieta 58% responderam que lancham mais de três vezes ao dia e dentre os alimentos mais consumidos estão os doces, salgadinhos e refrigerantes. Conclusão: Concluímos que os adolescentes relataram boa rotina de escovação, entretanto o uso do fio dental não se constitui em um hábito. Os alimentos consumidos são altamente cariogênicos e a freqüência de consumo é alta. É imprescindível, desse modo, o desenvolvimento de programas de promoção de saúde bucal para esse grupo populacional.

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Serão relatados dois casos clínicos de pacientes portadores de Displasia Ectodérmica Hipoidrótica que procuraram o Serviço de Estomatologia da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal da Bahia (FOUFBA). As características clínicas e radiográficas, assim como o diagnóstico e a conduta, serão discutidos.

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A partir da década de setenta, houve uma significativa melhora na analise de imagens através da criação da tomografia computadorizada, reduzindo as desvantagens das imagens bidimensionais. Com o avanço tecnológico nos anos seguintes, a área da saúde pode se beneficiar das reconstruções tridimensionais. Estas fornecem informações de certas estruturas anatômicas de forma precisa e detalhada sendo, portanto, de grande valor no diagnóstico e tratamento. Desenvolvida mais recentemente, especialmente para os tecidos duros da região maxilo-mandibular, a TC de feixe cônico (TCFC), ou tomografia cone beam permite a reconstrução bi e tridimensional dos tecidos faciais, com baixa dose efetiva de radiação X. O objetivo deste estudo foi avaliar a acurácia de reconstruções tridimensionais virtuais geradas por exames de dois diferentes tamanhos de voxel (0,3 e 0,4mm) e por diferentes softwares (Invesalius® e OnisViewer®). O projeto desta pesquisa foi aprovado no Comitê de Ética em pesquisa da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal da Bahia, sob número de parecer 29/10. Foram utilizadas dez mandíbulas secas humanas, as quais foram submetidas a exame de TC cone beam, após confecção de defeitos ósseos padronizados na sua estrutura. Os arquivos dos exames salvos no formato DICOM em mídia eletrônica foram processados nos dois diferentes softwares para confecção de reconstruções virtuais tridimensionais. Foram realizadas medidas lineares verticais e horizontais dos defeitos ósseos, com um paquímetro eletrônico digital nas mandíbulas secas (padrão-ouro), e com as réguas oferecidas pelos softwares, em suas respectivas reconstruções tridimensionais virtuais. As medidas foram realizadas por dois examinadores, duas vezes, e os dados foram comparados e submetidos à análise estatística. Os resultados demonstraram existir diferenças significativas nas distâncias lineares dos defeitos ósseos, entre as mandíbulas secas humanas e suas respectivas reconstruções tridimensionais, sendo o erro relativo maior nas reconstruções geradas por voxels de 0,3mm. As discrepâncias não foram maiores que 0,5 mm em média. Pode-se concluir que os erros encontrados não devem afetar a qualidade do planejamento clínico-cirúrgico realizado a partir dessas imagens.

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RODRIGO BOMFIM - ARTIGOS